Nem toda venda cabe num catálogo, e forçar o cadastro atrapalha mais do que ajuda. Sem catálogo a IA vende igual — o que muda é que a oferta mora no prompt.
Quando esse caminho é o certo
- Preço sob medida — serviço, projeto por escopo, consultoria, obra: o valor sai depois da conversa.
- Oferta única — um produto só, um preço só; cadastrar catálogo não paga o trabalho.
- Preço que muda toda semana — manter o catálogo em dia vira trabalho maior que a venda.
A oferta dentro do prompt
Sem catálogo, o que a IA sabe vender é o que estiver escrito na instrução. Escreva a oferta como você diria a um vendedor novo: o que é, quanto custa, o que está incluso — e o que ele não pode prometer.

Tasks: sair da conversa e agir
Conversar não fecha venda; o que fecha é a IA conseguir agir. Cada task vira uma saída do nó, e o fluxo segue por ali. Numa venda sem catálogo as saídas típicas são enviar proposta, agendar reunião e mandar contrato — cada uma levando a um bloco que faz a coisa acontecer.

- Atualizar o CRM — cria e move o card no funil de Vendas conforme a conversa evolui. É o que transforma conversa solta em pipeline, sem você digitar nada.
- Chamar o dono da conta — aciona você por sino e push e pausa a IA. Numa venda de valor sob medida, entrega o cliente quente no seu colo.
- Assunto fora do atendimento — cala a IA quando o assunto não é venda.
Guardar o que o cliente disse
Extrair informações faz a IA sair da conversa com dados na mão: orçamento, prazo, tamanho da equipe, o que a pessoa usa hoje. Cada um vira uma variável que os próximos blocos usam — numa proposta, num e-mail, numa condição. Sem catálogo, é essa extração que substitui o carrinho.

Catálogo ou prompt: como escolher
- Catálogo — preço fixo, muitos itens e cobrança na hora.
- Prompt — preço sob medida, poucos itens e fechamento com gente.
- Os dois — catálogo ligado para o que é padronizado, e uma task chamando você para o que foge da tabela.