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Automação e IA

O nó Consulta MySQL: ler o seu próprio banco

O bloco Consulta MySQL: conectar um banco seu, escrever a query com parâmetros em vez de colar valores no texto, e mapear o resultado em variáveis do fluxo.

3 min de vídeo 1 imagem Painel do administrador
Aula gravada na plataforma real. O cursor, as legendas e o destaque existem só no vídeo.

Nem todo sistema tem API — muitos têm só o banco de dados. Este bloco consulta um MySQL seu direto do fluxo: checar um cadastro, um saldo ou um pedido em sistema antigo.

Painel do nó Consulta MySQL com os dados de conexão
Servidor, porta, usuário, senha e banco.

A conexão

Use um usuário só de leituraO fluxo não precisa apagar nem alterar nada. Um usuário limitado evita estrago se a query sair errada. E o banco precisa aceitar conexão de fora — banco que só escuta local não será alcançado.

A query com parâmetros

A query tem um campo próprio para parâmetros, e é ele que você deve usar: em vez de colar o telefone do cliente dentro do texto da consulta, ponha uma interrogação e passe o valor como parâmetro.

Variável colada na query é porta abertaPassando como parâmetro, o que a pessoa escreveu entra como valor e nunca como comando. Colar a variável dentro do texto da query permite que uma mensagem bem escrita vire instrução para o seu banco.

Guardar o resultado

O mapeamento funciona como no bloco de Requisição HTTP: nome da variável e onde achar o valor. Daí em diante o fluxo usa aquilo numa mensagem ou numa condição.

Sempre cheque se veio resultadoBanco fora do ar ou query errada não travam o fluxo: ele segue com as variáveis vazias. Coloque uma Condição depois e um caminho de desculpas para quando não vier nada.